Os custos do prolongamento serão suportados pelo Ministério da Cultura (MC), que decidiu reverter as receitas para a RAM, segundo o divulgado em comunicado.
O público pode apreciar uma selecção de cerca de 300 peças, num percurso cronológico iniciado no séc. XV até meados do séc. XX.
Estão incluídas obras das categorias de pintura, ourivesaria, mobiliário, cerâmica, fotografia, entre outras.
Um dos destaques é o conjunto de 11 peças (entre as «mais significativas») do Museu do Açúcar, instituição museológica que sofreu graves danos na sua colecção, devido à recente intempérie a RAM, e que, por se encontrarem nesta exposição, ficaram a salvo das inundações.